Foto: Sergio Lima/Poder 360
O Rio Grande do Norte teve o maior salto no Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado subiu oito posições, passando do 24º para o 16º lugar entre os 26 estados e o Distrito Federal. A iniciativa está na 14ª edição.
O principal avanço foi do Rio Grande do Norte, governado por Fátima Bezerra (PT). Subiu 8 posições. Passou de 24º para 16º lugar entre os 26 Estados e o Distrito Federal.
A 14ª edição do ranking analisou 100 indicadores em 10 pilares temáticos, incluindo infraestrutura, educação, solidez fiscal, segurança pública, inovação, capital humano e sustentabilidade social e ambiental.

O Sergipe, cujo governador é Fábio Mitidieri (PSD), avançou 6 posições e está em 12º no ranking nacional. No Nordeste, é o 2º, atrás da Paraíba (11º). As 10 primeiras posições são ocupadas por Estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste
“A segurança pública, que é um dos pilares com maior peso no ranking, influenciou a evolução. Tanto o Rio Grande do Norte quanto o Sergipe deram grandes saltos no quesito”, disse Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP.
Os 5 Estados mais competitivos do país são os mesmos desde 2023: São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília.
No quesito infraestrutura, Sergipe teve o maior avanço, o que assegurou destaque nesta edição.
No outro extremo do levantamento, o Amazonas teve a maior queda. Foi do 11º para o 17º lugar. Outro Estado com desempenho ruim foi o Pará, que passou da 21ª para a 25ª posição.
A queda é um contrassenso, já que o Estado governado por Helder Barbalho (MDB) recebe investimentos maciços para a realização da COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025), maior evento climático do planeta, em Belém, em novembro.
“No Amazonas, houve queda no pilar de infraestrutura, que é um dos que têm maior peso. Está em último lugar”, disse o diretor-presidente do CLP.
Houve queda também nos pilares de pesquisa, inovação e solidez fiscal. No ano passado, o Estado era o 4º com a melhor nota no equilíbrio das contas públicas. Hoje, é o 10º.
A 14ª edição do ranking agora inclui o indicador de feminicídio, com dados do Fórum de Segurança Pública. Eis os 3 Estados com melhores notas:
Amapá (1º
Amapá (1º);
Sergipe;
Ceará.
Eis os 3 com as piores notas:
Piauí;
Mato Grosso do Sul;
Mato Grosso (último).
“Vemos cada vez mais o protagonismo feminino e como isso pode ser evidenciado por meio de políticas públicas. Vamos começar a medir e a entender”, disse Tadeu Barros. Segundo ele, o levantamento passa por ajustes constantes.
“O ranking é uma metamorfose ambulante para estar com o radar ligado e entender as necessidades do cidadão como receptor de políticas públicas”, afirmou.
Poder 360

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