Geral Lula chama Tarcísio de ‘serviçal’ de Bolsonaro 12/09/2025 07h46 Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em entrevista à TV Bandeirantes nesta quinta-feira, 11. Durante a conversa, o petista classificou o ex-ministro da Infraestrutura somente como um “serviçal” de Jair Bolsonaro. Segundo Lula, Tarcísio “não tem personalidade própria” e apenas executa os desejos do ex-presidente. O petista relatou ter se reunido com o governador anteriormente e descreveu o comportamento de Tarcísio como dúbio: gentil nas conversas pessoais, mas crítico nas costas. “Ele não é nada mais verdadeiramente que um serviçal do Bolsonaro, ou seja, ele faz o que o Bolsonaro quiser”, disse Lula. “Ele não tem personalidade própria. Porque a verdade é o seguinte, eu já tive contato algumas vezes, até convidei ele para almoçar comigo aqui no Palácio. Ele comigo fala, uma coisa muito simpática, e por trás ele só fala mal.” O episódio ganhou novos contornos com a recordação de Lula sobre os desfiles do 7 de Setembro deste ano. Na ocasião, ao ouvir vaias direcionadas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Tarcísio reagiu e chamou o magistrado de “ditador”. Para o petista, a declaração é inadmissível. Lula cita declarações recentes de Malafaia “Mais grave foi o sermão que ele tomou do pastor Malafaia”, argumentou Lula. “Ele não poderia falar o que ele falou do Alexandre de Moraes. O Tarcísio demonstrou que ele não é nada mais, nada menos que um serviçal do Bolsonaro.” Nesta quinta-feira, 11, o STF consolidou maioria para condenar Bolsonaro. O único voto contrário veio do ministro Luiz Fux, que discursou por mais de 12 horas ao longo do julgamento para defender a absolvição do ex-presidente. Revista Oeste Opinião dos leitores Edison Cunha 12/09/2025 às 07:56 Lula viva da discórdia e do conflito, Bolsonaro preso, ele já tá escolhendo o próximo adversário pra tentar sobreviver ao seu fracasso. Responder Esporte Copa do Mundo 2026: ingressos podem ser os mais caros da história e chegar até R$ 36 mil 12/09/2025 07h19 Foto: Reprodução/@fifa A primeira fase da venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2026 começou nesta semana com uma novidade que vai deixar os preços bem mais altos. Para o Mundial, a Fifa vai adotar o modelo de preço dinâmico, o mesmo usado no Mundial de Clubes deste ano. Esse sistema consiste em um ajuste nos valores de entrada conforme a demanda pelos ingressos. Considerando que a procura por ingressos da Copa do Mundo costuma ser alta, os valores devem subir de forma significativa com a aproximação da data de início do evento. As entradas mais baratas disponibilizadas para essa primeira fase são U$S 60,00 (na cotação atual, R$ 327,00). Enquanto as mais caras, para um lugar privilegiado na final, podem chegar a U$S 6,730 (cerca de R$ 36,7 mil). Essa será a primeira Copa do Mundo masculina a usar o sistema de preços dinâmicos. Segundo a Fifa, essa modalidade é uma forma da organização se adaptar ao mercado interno dos Estados Unidos e do Canadá, sedes da Copa de 2026, onde a prática é comum e o público já é familiar com esse sistema. Como funciona a venda de ingressos para Copa do Mundo? A primeira fase da venda de ingressos para a Copa do Mundo começou na quarta-feira (10). Os torcedores podem escolher os ingressos por seleção ou por sede, além de aderir a pacotes de hospitalidades, que já estão disponíveis no site oficial do evento. A Fifa prometeu lançar uma plataforma para revenda de entradas. A próxima fase de ingressos está prevista para outubro após o sorteio oficial que definirá os grupos da Copa. Catar teve Copa do Mundo mais cara até aqui A Copa do Mundo de 2022 teve ingressos quase 40% mais caros que a edição de 2018 na Rússia. Para a final do Mundial no Catar, as entradas da categoria 4 (a mais barata para torcedores) custavam 750 rials (moeda local) — cerca de R$ 1.000 —, e da categoria 1 (a mais cara) saíam por 5850 rials —cerca de R$ 8.680. Em 2018, os ingressos para a Copa do Mundo custaram, em média, 214 libras (na cotação atual, R$ 1571,2). Neste século, o Mundial de 2006 na Alemanha teve os ingressos mais baratos, com custo médio de 100 libras (cerca de R$ 734,20) por jogo. R7 Geral PF prende “Careca do INSS” e empresário Maurício Camisotti 12/09/2025 07h01 Foto: LinkedIn/Reprodução A (PF) Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira (12) Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e o empresário Maurício Camisotti, acusados de serem operadores do esquema de desvio de recursos de aposentados e pensionistas. A prisão deles foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). O “Careca do INSS” seria um intermediário dos sindicatos e associações, recebendo os recursos que eram debitados indevidamente dos aposentados e pensionistas, e repassando parte deles a servidores do Instituto ou familiares e empresas ligadas a eles. A PF afirma que, ao todo, pessoas físicas e jurídicas ligadas ao “Careca do INSS” receberam R$ 53.586.689,10 diretamente das entidades associativas ou por intermédio de suas empresas. Já Camisotti é investigado como um dos beneficiários finais das fraudes envolvendo associações ligadas a beneficiários. O empresário tem negado as acusações. CNN Opinião dos leitores Sempre Atento 12/09/2025 às 07:58 Agora?? Ora, nessa altura o dinheiro já sumiu… Responder Geral Governo Lula reage à “ameaça” de Rubio após condenação de Bolsonaro: ‘Não intimidarão a nossa democracia’ 12/09/2025 06h50 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil/Arquivo O Itamaraty reagiu nesta quinta-feira, 11, à ameaça do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, de responder na forma adequada à condenação criminal do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por um suposto golpe no Supremo Tribunal Federal (STF). “Ameaças como a feita hoje pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, em manifestação que ataca autoridade brasileira e ignora os fatos e as contundentes provas dos autos, não intimidarão a nossa democracia”, respondeu no X o Ministério das Relações Exteriores. “Continuaremos a defender a soberania do País de agressões e tentativas de interferência, venham de onde vierem.” Pouco antes, Rubio voltara a sinalizar a aplicação de mais punições ao Brasil com fundamento em questões políticas: “Os Estados Unidos responderão adequadamente a essa caça às bruxas”. O secretário trumpista voltou a criticar o relator no STF, ministro Alexandre de Moraes, contra quem já incidiu a Lei Magnitsky, e disse que a condenação é “injusta”. O governo brasileiro avalia que a administração Trump vai anunciar novas sanções direcionadas ao País. “As perseguições políticas do violador de direitos humanos sancionado Alexandre de Moraes continuam, já que ele e outros membros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram injustamente prender o ex-presidente Jair Bolsonaro”, afirmou o representante do governo Trump. O conteúdo também foi replicado ao público brasileiro, pelo perfil da embaixada dos Estados Unidos em Brasília. A chancelaria brasileira também rebateu a acusação de perseguição política e julgamento injusto por parte de Marco Rubio. “O Poder Judiciário brasileiro julgou, com a independência que lhe assegura a Constituição de 1988, os primeiros acusados pela frustrada tentativa de golpe de Estado, que tiveram amplo direito de defesa. As instituições democráticas brasileiras deram sua resposta ao golpismo”, afirmou o MRE. Estadão Opinião dos leitores Edison Cunha 12/09/2025 às 07:59 Democracia? O Brasil deixou de viver em uma democracia desde que a extrema esquerda usurpou com fraudes o poder. Responder Ronaldo batista negromonte 12/09/2025 às 07:20 Vcs da esquerda querem destruir o Brasil mesmo Trump está certíssimo Responder Mundo Maduro mobiliza tropas contra ameaça imperial dos EUA 12/09/2025 06h37 Foto: Garcia / Presidência da Venezuela / AFP A Venezuela ativou, na madrugada desta quinta-feira (11/9), uma operação militar de “resistência” diante do que classificou como uma “ameaça” dos Estados Unidos devido à sua mobilização de tropas no Caribe. O presidente Nicolás Maduro liderou a operação Independência 200 em 284 “frentes de batalha” em todo o país. Ele não especificou o número de tropas. “Esses mares, essa terra, esses bairros, essas montanhas, essas imensidões e as riquezas dessas terras pertencem ao povo da Venezuela, nunca pertencerão ao império americano, nunca, jamais”, disse Maduro em uma comunidade localizada entre Caracas e a cidade costeira de La Guaira. Nas últimas semanas, os Estados Unidos enviaram oito navios ao sul do Caribe para o que definiram como manobras contra o tráfico de drogas internacional. Não foi anunciada oficialmente uma ação direta contra a Venezuela, embora Maduro denuncie um “cerco”. “Este povo não está órfão, este povo não está sozinho”, afirmou Maduro, em um evento transmitido pela televisão. “Se tivermos que voltar a combater, combateremos pela liberdade da nossa grande pátria”. “Toda a força militar da nossa Força Armada Nacional Bolivariana e sua capacidade de fogo está ocupando posições, fixando posições, defendendo posições, fixando planos”, acrescentou o governante. “Narcotraficantes”, diz Trump A situação escalou depois que forças americanas destruíram um barco com um míssil e mataram 11 “narcoterroristas”, nas palavras do presidente Donald Trump, que haviam partido da costa venezuelana. A Venezuela sobrevoou um dos navios americanos com um caça. Trump ameaçou derrubar qualquer ameaça e enviou poder aéreo a Porto Rico. Maduro moderou o tom e chamou ao diálogo na semana passada. Antes, ele havia convocado os cidadãos a se alistarem na Milícia Bolivariana, um corpo militar composto por civis com alta carga ideológica. “A Venezuela não agride ninguém, mas não aceita ameaças de agressão”, afirmou ao dar a ordem de início a “esta operação dentro do conceito de defesa integral da nação, dentro do conceito de resistência ativa do povo e dentro do conceito de uma ofensiva permanente de todo o país”. A operação inclui instalações petrolíferas, de serviços públicos, aeroportos e pontos de fronteira. Metrópoles Opinião dos leitores Ricardo 12/09/2025 às 07:40 Vixe, agora os militares dos EUA vão mijar nas calças. Responder Geral Defesa de Bolsonaro e outros condenados avaliam recursos no STF 12/09/2025 06h15 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil Com a definição das penas no STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e dos demais condenados analisa os caminhos possíveis para tentar reverter a decisão. Ainda há margem para apresentação de recursos antes do chamado trânsito em julgado, etapa em que o processo se torna definitivo. O instrumento mais imediato são os embargos de declaração. Embora raramente mudem o resultado de um julgamento, eles permitem apontar eventuais contradições, omissões ou obscuridades nos votos dos ministros. Na prática, costumam ser rejeitados pelo STF e são frequentemente interpretados como manobras para protelar o fim da ação penal. Outra alternativa em estudo é recorrer a instâncias internacionais. Advogados avaliam levar o caso a cortes externas, como a Interamericana de Direitos Humanos, sob alegação de violações a garantias fundamentais e ao devido processo legal. Nesse cenário, a condenação não seria suspensa, mas o Brasil poderia ser alvo de responsabilização em organismos multilaterais. Já os embargos infringentes — recurso que permitiria um novo julgamento em hipóteses específicas — não se aplicam a essa ação penal. Esse tipo de medida só pode ser usado quando há divergência significativa entre os ministros, com pelo menos dois votos favoráveis à absolvição, o que não ocorreu no processo contra Bolsonaro. Enquanto definem a estratégia, os defensores do ex-presidente também cogitam insistir na manutenção da prisão domiciliar em caso de execução da pena. A avaliação é de que, diante da condição de ex-presidente e do impacto político da condenação, a medida seria mais adequada do que o cumprimento imediato em regime fechado. CNN Opinião dos leitores Ricardo 12/09/2025 às 07:42 De nada adianta recorrer a quem os condenou, a democracia relativa está pujante. Responder Geral Tarcísio diz que Bolsonaro foi condenado ‘sem provas’ por STF e que penas são desproporcionais
Foto: Zanone Fraissant/Folhapress
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), chamou de injusta a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão por uma suposta tentativa de golpe de Estado, acusado de liderar uma trama para permanecer no poder, nesta quinta-feira (11) pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“Se não se pode transigir com a impunidade, também não se pode desprezar o princípio da presunção da inocência, condenando sem provas. O resultado do julgamento, infelizmente, já era conhecido. Bolsonaro e os demais estão sendo vítimas de uma sentença injusta e com penas desproporcionais”, escreveu Tarcísio nas redes sociais.
Bolsonaro também foi considerado culpado pelos crimes de organização criminosa armada, abolição do Estado democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.
Cotado a presidenciável para 2026 por líderes de partidos da direita e da centro-direita, Tarcísio tem se dedicado, ao longo da última semana, a tentar fazer avançar no Congresso Nacional o projeto de anistia a Bolsonaro. A pauta é tratada como prioridade pelo ex-presidente e seus filhos para indicar um sucessor na disputa à Presidência da República no ano que vem, já que além de ter sido condenado e estar em prisão domiciliar, Bolsonaro também está inelegível.
“A história se encarregará de desmontar as narrativas e a justiça ainda prevalecerá. Força, presidente. Seguiremos ao seu lado!”, acrescentou o governador.
Bolsonaro está inelegível e em prisão domiciliar por ordem de Alexandre de Moraes, relator do caso e condutor da tese julgadora que acabou vencedora. Nome da corte à frente das diversas investigações relacionadas ao ex-presidente, ele é também o principal alvo de críticas do bolsonarismo.
No domingo, durante o ato de 7 de setembro, Tarcísio chamou Moraes de tirano e ditador, em uma escalada que contrastou com o papel que muitos na direita esperavam que ele desempenhasse: o de interlocutor, junto ao STF, em prol do ex-presidente.
O julgamento da trama golpista no STF foi concluído na noite desta quinta em meio a troca de elogios entre os ministros, piadas e desagravo a Moraes.
Filho mais velho do ex-presidente e porta-voz dele no mundo político desde que Bolsonaro passou a cumprir prisão domiciliar, em 4 de agosto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse, na noite desta quinta, que o pai está firme e de cabeça erguida diante da sentença e que tem pregado a união da direita para as eleições de 2026.
“Única certeza que temos é que Lula não vai ser presidente em 2027, porque a direita vai estar mais unida do que nunca, para resgatar o Brasil das mãos dessa quadrilha”, disse Flávio.
O ex-presidente só deve ser preso na condição de condenado (e eventualmente em regime fechado) após o fim do processo, quando a defesa não tiver mais recursos a apresentar ao Supremo.
Folha de S.Paulo
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