Em live sobre o 8 de Janeiro filha de Clezão fala sobre prisão, sofrimento e morte do pai; “nossa família foi destruída”

Foto: Reprodução
Luíza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha (conhecido como Clezão), reforçou publicamente que a data de 8 de janeiro “destruiu” a vida de sua família. Cleriston faleceu em novembro de 2023 no Complexo da Papuda após sofrer um mal súbito, apesar de laudos médicos e pareceres da PGR recomendarem sua soltura por problemas de saúde preexistentes.
Luíza sustenta que seu pai foi à manifestação de forma pacífica apenas para “orar pela nação” e que não cometeu crimes ou atos de depredação e que seu pai foi “torturado e assassinado” devido à negligência estatal, alegando que seus gritos por socorro foram silenciados enquanto ele estava sob custódia.
A filha de Clezão enfatiza que o pai dela morreu sem ter sido julgado ou condenado, sendo preso no plenário do Senado, local que ela afirma não ter sido depredado.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro compartilhou essas declarações em suas redes sociais, utilizando o caso de Clezão para criticar a atuação do STF e pedir anistia para os envolvidos nos atos. Em 2026, o caso continua sendo um dos marcos mais citados por opositores para denunciar supostas violações de direitos humanos no sistema prisional brasileiro.
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